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ESTATUTO DE ARBITRAGEM CBMFF – IFBB BRASIL

1) DA DIRETORIA NACIONAL DE ARBITRAGEM

Devido ao aumento das categorias e principalmente da quantidade de atletas, a partir de julho de 2014, a CBMFF/IFBB BRASIL passou a contar com 2 Diretores de Arbitragem, ambos Árbitros de Graduação Internacional IFBB, sendo um Diretor para gerir o masculino e uma Diretora para gerir o feminino, ambos compartilham as mesmas competências e funções, porém dividem as atribuições, cada qual assumindo e respondendo, respectivamente, pelas categorias masculinas e femininas, nas questões teóricas e de condução das competições, podendo em todo momento alternar suas funções, ou atuarem sozinhos quando a ausência e impossibilidade do outro.

2) DO COMITÊ NACIONAL DE ARBITRAGEM

O Comitê Nacional de Arbitragem entrará em vigor a partir de Janeiro de 2016 e será formado de acordo com o Ranqueamento Nacional dos Árbitros em 2015. Atuarão juntamente com a Direção de Arbitragem definindo as regras, implantando-as e formando novos árbitros nas Federações Estaduais que compõe a Confederação.
São subalternos aos Diretores Nacionais de Arbitragem e representam aqueles Árbitros que são melhores ranqueados, e com representatividade frente aos atletas e aos dirigentes.
Preferencialmente, os Membros do Comitê devem ser também os Diretores Estaduais de Arbitragem de seus respectivos Estados, para assim distribuir e criar uma conexão direta com cada Comitê de Arbitragem Estadual, que também serão indicados em 2016 a partir do Ranqueamento Estadual e Nacional.
Dessa forma, esses Membros do Comitê Nacional podem se reunir, se especializar, trocar experiências e então voltar para seus estados de origem para trabalhar na formação, especialização e reciclagem de seus Árbitros em seus Comitês Locais. Toda essa comunicação será mantida e reforçada através do Painel do Árbitro, que será um ambiente dentro do site da Confederação, na forma de um mural virtual, ou Espaço do Árbitro, onde ficarão as informações como o Ranqueamento, notícias e últimas atualizações relativas à Arbitragem de todo o País.

3) DOS COMITÊS ESTADUAIS DE ARBITRAGEM

São formados pelo corpo de Juízes Locais (Árbitros Estaduais ou Nacionais) e atuam dentro de cada Federação dando suporte ao Diretor Nacional de Arbitragem, e são os responsáveis diretos locais por coordenar desde os preparativos para os eventos no que concerne a arbitragem, a sincronização com os dados e a conferência das vestimentas nas pesagens, preparação das súmulas, configuração e preparação da mesa, e preparação dos painéis de arbitragem, provas teste para árbitros, etc.

4) PRÉ-REQUISITOS PARA SE TORNAR UM ÁRBITRO DA IFBB

a) Não atuar como preparador ou técnico de atletas de Fisiculturismo.
b) O atleta que também possui a qualificação como árbitro poderá exercer a função de juiz caso não competir no evento que deseja arbitrar, com exceção de atletas profissionais (informação passada no congresso Mundial em Brasília em novembro de 2014).
c) Não ser Presidente ou Vice-Presidente de Federação Estadual a partir de janeiro de 2016.

5) FORMAÇÃO DOS ÁRBITROS

São os Diretores de Arbitragem Nacional os responsáveis por ministrar, em território nacional, o curso de formação para novos Árbitros Estaduais e Nacionais.
O curso para formação de árbitros estaduais ocorrerá sempre na data mais próxima possível, antes de uma competição de nível equivalente ao estadual, para que seja feita a prova prática no ambiente real da competição, na fileira atrás da arbitragem, separados por um lugar vazio, os candidatos a novos árbitros arbitrarão (sem valor na súmula oficial) as categorias definidas pelos diretores de arbitragem que estão conduzindo o processo.

Valores dos cursos:

a) O curso terá duração de 12 horas, sendo 11 horas teóricas e 1 hora de prova teórica, apostilado, e entrega do certificado de participação que terá o custo de R$ 30 (trinta reais) por certificado.
b) O valor do curso será de R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais) mais passagem, hospedagem e alimentação para o diretor/professor (a). Ficando a critério da Federação Estadual cobrar não mais que R$ 150 (cento e cinqüenta reais por pessoa) do curso.
c) O pagamento do curso, dos certificados e materiais deverão ser em espécie, pela Federação Estadual diretamente para o Diretor(a) no máximo ao término do curso.
d) Apostilas e certificados serão pagos pela Federação, porém o material será cedido pela IFBB Brasil.
e) Prova teórica (média 70%) e prática (média 80%) obrigatórias.
f) O curso será Nacional, mas o que determinará o nível técnico do árbitro será a experiência e Ranqueamento do mesmo durante os campeonatos, determinando a sua aptidão para julgar.
g) A reciclagem anual é obrigatória.
h) A partir de 2015, em toda 1ª Fase do Campeonato Brasileiro será fornecido um curso de reciclagem obrigatório para os árbitros que julgarão os Campeonatos Nacionais e Nacionais Abertos do ano vigente.
i) Uma vez aprovado na prova, o Árbitro ganha status de ÁRBITRO ESTADUAL IFBB (nome do Estado) até obter sua qualificação para Árbitro Nacional, conforme descrito anteriormente.

6) EM RELAÇÃO AOS ÁRBITROS ESTADUAIS

Poderão arbitrar somente dentro de seus Estados ou sob determinação especial da Direção Nacional de Arbitragem (Para casos especiais de deslocamento de Árbitros de Federações vizinhas para novas Federações que ainda não tem um corpo de Arbitragem Estadual Formado).
Suas primeiras 2 arbitragens após a aprovação são rotativas nas pontas da mesa, dessa forma todos os Árbitros recém formados começam a ser avaliados nestas situações, a fim de determinar sua pontuação no Ranqueamento, e de acordo com seus desempenhos em relação a súmula geral do campeonato, se tornarão árbitros fixos com mais experiência e pontos para continuar na carreira de Árbitro e se tornar um árbitro estadual.

7) EM RELAÇÃO AOS ÁRBITROS NACIONAIS

Os Árbitros Nacionais são aqueles que já acumularam experiência em número de arbitragens Estaduais e/ou Nacionais que os habilita a compor o painel de arbitragem em eventos nacionais, como o Campeonato Brasileiro, por exemplo.
Para isso, os Árbitros Estaduais que desejam uma carreira na arbitragem nacional, os mesmos farão uma reciclagem que acontece sempre antes de alguma Etapa do Campeonato Brasileiro e farão a prova na segunda bancada da arbitragem no dia do evento. Da mesma forma que ocorre no curso para formação de Árbitros Estaduais, aqueles que tiverem um bom resultado na prova serão promovidos a Árbitros Nacionais e já podem ser convocados para fazer parte dos painéis rotativos de Arbitragem nas etapas do Campeonato Brasileiro.

8) EM RELAÇÃO AOS ÁRBITROS INTERNACIONAIS

A graduação para o nível internacional de arbitragem pode ser requerida após 2 anos de experiência continua, após se tornar Árbitro Nacional. Cumprido esse período de experiência, o árbitro deverá realizar o curso internacional e prova. A aprovação no teste dá o direito ao passaporte internacional de arbitragem qualificando o árbitro para arbitrar campeonatos continentais e mundiais.
O árbitro terá a obrigatoriedade de realizar a sua reciclagem a cada 2 anos para não perder a sua licença de árbitro internacional.

9) EM RELAÇÃO AO SISTEMA DE RANQUEAMENTO E CONVOCAÇÃO

Desde o nível estadual até o nacional, ao final de cada campeonato o estatístico/diretor de arbitragem enviará cópias digitalizadas das súmulas gerais de todas as categorias para os Diretores Nacionais de Arbitragem.
Os Diretores Nacionais irão computar os dados numa planilha que calculará o desvio padrão de cada árbitro, gerando uma porcentagem por acertos de cada categoria.
Dependendo da demanda dos campeonatos nacionais e internacionais, todas essas funções podem ser realizadas pelos Diretores Estaduais de Arbitragem e o resultado final repassado para os Diretores Nacionais de Arbitragem, ficando essa decisão ao critério dos Diretores Nacionais de Arbitragem.

10) INSCRIÇÃO E PESAGEM

A partir de janeiro de 2015, para melhor andamento das Competições em território Nacional, a Diretoria de Arbitragem exige uma padronização no momento das inscrições e pesagem para que o atleta, o evento e todos os dirigentes envolvidos não sejam prejudicados com excesso de atrasos, vistorias inadequadas e outros eventuais problemas.
Usaremos o sistema da IFBB Internacional que é rápido e eficiente. O não cumprimento da padronização causará sanções para a federação e dirigentes envolvidos.
Durante a inscrição e pesagem, o Diretor de Arbitragem Estadual ou o Diretor Nacional de Arbitragem, caso esteja presente, será responsável juntamente com o Presidente Estadual e/ou o Vice-presidente Estadual para que a pesagem e inscrição funcionem adequadamente e de acordo com o padrão internacional.
A Pesagem deverá ser realizada no dia anterior a Competição

9.1) Pesagem – como realizar? (Ver esquema da pesagem)

A Pesagem será realizada por categorias e não por ordem aleatória de chegada. Não será permitido senhas para os atletas, exceções por qualquer motivo, atletas sem vestimenta adequada e vistorias isoladas.
Todo atleta deverá estar presente no início da Pesagem.
A Pesagem iniciará no horário, sendo permitida uma tolerância de 15 minutos de atraso por parte da Federação.
A primeira e segunda categoria deverá estar posicionada em fila, um atleta atrás do outro, trajados com a vestimenta oficial de competição, e em mãos a sua carteira de identidade (RG) e as fichas de inscrição e autorização de uso de imagem preenchidas adequadamente. Conforme for sendo realizada a pesagem de uma categoria, as categorias seguintes vão sendo posicionadas (1 pessoa para ficar responsável pela ordem das categorias).
As mesas devem ser posicionadas formando um U ou uma linha, de forma que cada mesa seja um “setor”.

⦁ Setor 1: pagamento de filiação e inscrição (1 pessoa);
⦁ Setor 2: conferência da ficha de inscrição com a identidade (RG) e idade dos atletas nas categorias Júnior e Máster (1 pessoa);
⦁ Setor 3: verificação da altura, peso e vistoria das roupas e sandálias (1 ou 2 pessoas);
⦁ Setor 4: entrega de CD e ficha de autorização para uso de imagem do atleta (1 pessoa);

Sugerimos a entrega da numeração no dia da competição para que os atletas não a percam.
A Federação Estadual precisará de no mínimo 5 pessoas para dar um bom andamento a Pesagem (e também no Campeonato).

esquema pesagem